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Golpes pela internet após a pandemia, crescem muito.

Golpes pela internet após a pandemia, crescem muito.

Existem pessoas boas e pessoas que se aproveitam da dificuldade e inocência dos outros.

Em razão disso, bandidos tentam, em meio à pandemia que vivemos, aplicar golpes pela internet contra os consumidores.

Com o aumento das compras on line, oportunistas se valem da criatividade para se aproveitar de suas vítimas.

Cuidado! Você pode ter seus dados violados e experimentar prejuízos financeiros.

Durante a pandemia, elas estão mais suscetíveis aos golpes porque estão em casa.

Os números de alguns crimes de rua diminuíram desde o endurecimento da quarentena, pelo simples fato de que há menos pessoas saindo de casa. No universo virtual ocorre o contrário. Nos últimos meses, em que a internet se tornou praticamente a única via de contato com o exterior, a quantidade de golpes on-line disparou.

Entre março e abril, o total de ataques virtuais em território nacional saltou de 14 000 para 105 000, um crescimento de 86,6%. Para se ter uma ideia, em março foram mais de 20 milhões de acessos a links maliciosos.

A boa notícia é que com um número maior de pessoas em casa, o volume de compras on-line aumentou.

Para se ter uma ideia, um estudo desenvolvido pela Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, apostou que o varejo digital movimentou R$ 9,4 bilhões durante o mês de maio (1º a 24/05), um aumento de 126,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

CARTÃO CLONADO – A partir de uma oferta o bandido consegue conquistar o consumidor que clica no link e é levado até a loja de uma empresa, que pode ser conhecida ou não. Ele digita os dados pessoais e do cartão de crédito. Sem perceber o aconteceu ele tem o cartão clonado e usado por outras pessoas.

Dica: pesquise sempre a reputação do site para saber se é de confiança. Mas, se cair no golpe, entre em contato com a operadora do cartão e peça o seu bloqueio.

COMÉRCIO DE INFORMAÇÕES PESSOAIS – Segundo informações publicadas pelo jornal Estadão, no período entre 20 de março e 18 de maio, a busca de dados pessoais e bancárias de brasileiros na dark web cresceu 108%.

De acordo com informações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o número de phishings (nome dado a prática que usa e-mail ou SMS para roubar informações do usuário) no país aumentou 70% no pós-coronavírus. Os criminosos enviam mensagens contendo informações que chamam a atenção do usuário. Ele clica em um link e, a partir daí, permite a captura dos dados pessoais pelos golpistas.

Dica: pesquise sempre a reputação do site para saber se é de confiança.

10 Golpes mais conhecidos atualmente:

Ambev: “Álcool em gel da Ambev. Registre-se” A empresa já desmentiu a informação em sua conta oficial do Twitter, explicando que suas doações são destinadas a hospitais públicos. Outro golpe é o do “kit gratuito com máscara e álcool em gel dado pelo governo”. Nele, a mensagem leva o usuário para uma página falsa do governo federal com dicas de prevenção. Mas, para supostamente conseguir o brinde, o usuário tem que preencher informações pessoais e compartilhar o site para ajudar a “salvar vidas”. Essa tentativa de golpe também é aplicada pelo telefone, com alguém se fazendo passar por um servidor do Ministério da Saúde.

Golpe do WhatsApp. Após conseguir o seu número de telefone em sites de anúncio ou em bancos de dados de vazamento, os golpistas entram em contato com você pedindo a confirmação, por WhatsApp ou por uma ligação, de um número de verificação que será enviado via SMS. Contudo, o que muitos não percebem é que esse é o código de autenticação do próprio aplicativo, e acabam passando para os criminosos. Com essa chave de acesso, golpistas conectam sua conta a um novo celular e te desconectam do seu WhatsApp. A partir daí, conseguem utilizar o aplicativo como se fosse você – e normalmente fazem isso para pedir dinheiro a sua lista de contatos em seu nome, mas passando as informações bancárias deles.

Pedido de doação para a “fabricação de vacina Covid-19” “Fabricação de vacina Covid-19”, com pedido de doações para seu financiamento em nome de hospitais, do SUS ou OMS, por exemplo. O financiamento para as pesquisas por vacina não está sendo feito de forma individual.

Aplicativos rastreadores da doença pelo mundo, como o “COVID-19 Tracker” e o “CovidLock Na verdade esse aplicativos podem “sequestrar” o smartphone ao mudar a senha. Desta forma, os criminosos pedem um resgate em bitcoins para liberá-lo.

Golpe do Caixa Tem As vítimas recebem, por meio de aplicativos, principalmente o WhatsApp, uma mensagem sobre o auxílio emergencial de R$ 600. Nela, criminosos pedem que o usuário acesse um link e preencha um formulário para saber se tem ou não direito ao saque. Com isso conseguem roubar os dados da vítima.

Netflix: “Nessa quarentena ganhe uma conta sem custo!” “Com a grande disseminação do CORONA VÍRUS no mundo, a Netflix está liberando acesso a sua plataforma para os primeiros a se cadastrarem no site deles! É por pouco tempo os cadastros!”. O texto, que vem com erros, inclusive, é ENGANOSO. A mensagem remete ao link netflix-usa.net, que não é o domínio oficial da plataforma.

Anatel: “internet gratuita” “Para conscientizar o povo brasileiro a ficar em casa, nós decidimos liberar totalmente grátis 7GB de internet. Solicite 1 vez por dia. Válido somente até hoje”. No link falso, pedem informações como a operadora de celular. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) afirmou, em seu site oficial, que a agência não envia links por WhatsApp ou por SMS, nem faz promoções ou dá prêmios.

Golpe do boleto O golpe do boleto, ou bolware, é uma modalidade criminosa muito comum no Brasil e com anos de casa. Ele começa quando a vítima faz o download de um arquivo no seu computador ou celular sem saber que ele se trata de um malware(vírus) que permite a inserção de código malicioso. Esses códigos modificam a linha digitável do código de barras de boletos. Com isso, na hora e fazer um pagamento os códigos de barra são alterados para um que o criminoso deseje.

Cartão de crédito clonado A partir de uma oferta “sensacional” o bandido consegue conquistar o consumidor que clica no link e é levado até a loja de uma empresa, que pode ser conhecida ou não. Sem perceber, ele digita os dados pessoais e do cartão de crédito. De posse dessas informações, o cartão do consumidor é clonado.

Golpe do falso motoboy Criminosos entram em contato com as vítimas se fazendo passar pelo banco para comunicar a realização de transações suspeitas com o cartão de crédito do cliente. Após usar técnicas de engenharia social para obter informações sigilosas, como senhas e dados pessoais, os golpistas informam que um motoboy será enviado para recolher o cartão supostamente clonado para que sejam feitas outras análises necessárias para o cancelamento das compras irregulares. Para passar uma imagem de segurança, os criminosos orientam a vítima a cortar o cartão ao meio, no sentido do comprimento, para inutilizar a tarja magnética, antes de entregá-lo ao motoboy. No entanto, o chip permanece intacto, o que permite que a quadrilha faça compras com o cartão, ainda que o plástico esteja partido ao meio. A Febraban informa que os bancos nunca enviam funcionários para recolher os cartões dos clientes.

A evolução dos bandidos, se é que assim podemos falar é que estão começando a explorar outros temas, que não a COVID-19.

No lugar da doença, estão entrando os temas do noticiário, como os protestos do movimento Vidas Negras Importam, ou atualizações falsas de softwares renomados como os do pacote Office, por exemplo. Os números também mostram uma fragmentação no roteiro de golpes, com assuntos ligados ao coronavírus se tornando menos frequentes nos países em que a pandemia já está sendo deixada para trás, o que faz com que a isca usada seja menos atrativa.

Para se proteger, os especialistas recomendam atenção ao conteúdo de mensagens que chegam por e-mail e mensageiros instantâneos, que podem usar domínios semelhantes aos oficiais de empresas e serviços online. Erros de ortografia ou remetentes desconhecidos também podem entregar a existência de um golpe e o ideal é não clicar em links nem baixar arquivos sem ter certeza da legitimidade deles. Promoções, ofertas e notícias sensacionalistas que chegam por essas fontes também costumam ser vetores para golpes.

Fontes: agazeta.com.br

Veja.abril.com.br

Canaltech.com.br

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